Dia dos Namorados não é do comércio, dedicado a troca de presentes e a outras bijuterias desse quilate. Não é e nem nunca foi. Na verdade, é uma data para (re)aproximar os casais, (re)acender a chama do amor, comemorar e rememorar momentos, próximos ou distantes, significativos na vida dos casais. Uma data que não se pode e nem se deve, nunca, apagar da memória.
Este ano, particularmente, o Dia dos Namorados tem um quê mais distinto de amor. Coincide com a segunda sexta-feira depois de Corpus Christis, data reservada ao Sagrado Coração de Jesus, uma veneração dos católicos ao Coração de Jesus, no mais íntimo do Seu amor.

No Brasil, foi escolhido o dia 12 de junho por ser véspera de Santo Antônio, o santo casamenteiro, um dos mais populares entre todos os santos da Igreja Católica. Batizado de Fernando Bulhões, Santo Antonio nasceu em Portugal, no ano de 1195, mas viveu a maior parte da sua vida na cidade de Pádua, na Itália. Ele ficou conhecido como o santo que ajudava as moças humildes a conseguirem um dote e um enxoval para o casamento. Santo Antônio foi doutor da Igreja Católica, nasceu em Lisboa e morreu em Pádua.
Não sei se consegui alcançar tão ousado intento, mas, caso contrário, espero ter sido boa pelo menos a intenção. Em 2013, escrevi sobre namorar ou ficar (para ler clique aqui).
Beijos à mulher amada, nesta data querida, Stela Márcia, companheira – de namoro e casamento – há quase quatro décadas...
José Carlos Camapum
Barroso
Amor dos
Amados
Adorado
No ar
São amoras,
Aromas
Amornados
No mar
Amor dos
Amados
Dosado
Só na dor
Do amar
Arado
Na morada
Do mar,
No amar
Dos namorados
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