sexta-feira, 12 de junho de 2015

Dia dos eternamente namorados sempre eterno


Dia dos Namorados não é do comércio, dedicado a troca de presentes e a outras bijuterias desse quilate. Não é e nem nunca foi. Na verdade, é uma data para (re)aproximar os casais, (re)acender a chama do amor, comemorar e rememorar momentos, próximos ou distantes, significativos na vida dos casais. É, sim, uma data que não se pode e nem se deve, nunca, apagar da memória.
Este ano, particularmente, o Dia dos Namorados tem um quê mais distinto de amor. Coincide com a segunda sexta-feira depois de Corpus Christis, data reservada ao Sagrado Coração de Jesus, uma veneração dos católicos ao Coração de Jesus, no mais íntimo do Seu amor.
Em Portugal e outros países, a data é comemorado no dia 14 de fevereiro, entre outros motivos, por ser o dia da morte de São Valentim, que lutou contra as determinações do imperado Cláudio II. Durante as guerras, eram proibidos os casamento, porque sua majestade acreditava que os solteiros eram melhores combatentes.


No Brasil, foi escolhido o dia 12 de junho por ser véspera de Santo Antônio, o santo casamenteiro, um dos mais populares entre todos os santos da Igreja Católica. Pensando cá com meus botões, e tentando encontrar uma mensagem pelo menos próxima do valor da mulher amada, saíram esses versos abaixo, todos compostos apenas com as letras existentes na palavra “namorados”. Não sei se consegui alcançar tão ousado intento, mas, caso contrário, espero ter sido boa pelo menos a intenção.
Beijos à mulher amada, nesta data querida, Stela Márcia, companheira – de namoro e casamento – há quase quatro décadas...

Namorados
José Carlos Camapum Barroso

Amor dos
Amados
Adorado
No ar

São amoras,
Aromas
Amornados
No mar

Amor dos
Amados
Dosado
Só na dor
Do amar

Arado
Na morada
Do mar,
No amar
Dos namorados

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