
O
CD ganha cores de um belo arco-íris graças aos arranjos impecáveis de gente
como Rildo Hora, Paulão 7 Cordas, Fernando Brandão, Fernando Melino e Carlinhos
7 Cordas. Canções já consagradas ganham novas roupagens e as inéditas chegam
com cara de que vieram para ficar. Mais riqueza ainda com a participação de
Nelson Sargento, Breno Alves e o violão de Ernesto Dias, em Mestre de Obras, uma
composição dele com o meu amigo Douglas Umberto de Oliveira.
No
repertório, que nos faz viajar pelo mundo do samba de Brasília e Rio de
Janeiro, estão músicas como “Teatro da Vida”
(Délcio Carvalho/Wanderley Monteiro); “Homenagem ao Mestre Cartola” (Nelson
Sargento); “Nada Mais” (Moacyr Luz/Wanderley Monteiro); “Sinfonia Imortal”
(Nelson Sargento/Agenor de Oliveira) e “Amor, dono do meu caminho”
(Sereno/Moacyr Luz).
O
CD também contempla as inéditas “Até Quando” (Sergio Magalhães); “Dança do
Bastão” (Kiki Marcellos/Alexandre Chacrinha/Wagner Nascimento); “Essa Moça”
(Toninho Nascimento); “Mestre de Obras” (Jaime Ernest Dias/Douglas de Oliveira)
e “Volta” (Branka/Carlinhos 7 Cordas). Além das autorais: “Vila Planalto”
(Gláucia Foley) e “Deixa Falar” (Gláucia Foley e Toninho Nascimento).
Toninho
Nascimento é um dos responsáveis por essa obra que nos enche de contentamento
da primeira a última música. Sobre como surgiu a ideia do CD, ele conta que
levou a moça para conhecer a Portela, mas, “antes passamos na rua Manacéia e eu
lhe apresentei Dona Neném, viúva do autor de Quantas Lágrimas”. Na quadra,
conta Toninho, “a moça disse no pé a ginga elegante e graciosa de uma porta-bandeira”.
Sobre
Glaucia Foley, seu talento e profissionalismo tanto na Justiça como na arte de
cantar e de compor, já escrevi aqui no blog (para ler clique aqui). Recomendo o
disco a todos que gostam de boa música e amam o samba. Nesse vídeo, uma palinha
do que pode e alcança Essa Moça.
Fala, Boró de Tapera, rsrs.
ResponderExcluirObrigado pelos comentários sobre "Mestre de Obras". O disco está mesmo um primor. A Gláucia é puro "enCANTAmento". "Mestre de obras" é letra sobre melodia que o Jaime compôs em homenagem ao grande Sérgio Magalhães (autor de "Até quando"), de quem também privo da amizade, e para quem fiz a letra. É isto. Grato, amigo.
Douglas