Neste Dia Mundial do Rock in Roll é importante ressaltar ser esse um gênero musical que não respeitou qualquer tipo de fronteira ou barreira e, talvez por isso mesmo, tornou-se universal. Hoje a comemoração acontece em plena sexta-feira 13, que para muitos é dia de azar e maus presságios, mas há quem o considere como dia da sorte.
A verdade é que o
Rock’n Roll existe, resiste e persiste, independentemente dessa, daquela ou de quaisquer
outras intempéries. Tem atravessado gerações, estilos e tendências as mais
diversas. Gerou frutos os mais variados; foi acolhido e amado e odiado de
diferentes maneiras, em distintas regiões deste planeta.

A batida
começa a ficar mais forte e mais rápida do que os corações extasiados. Surge
nos anos 70 o heavy metal do Led Zeppelin (paixão do colega de Banco do Brasil,
Ozanam), Black Sabbath (paixão da colega de jornalismo, Elina) e Deep Purple
(que era a razão de viver do colega de BB, Carlos Alberto Lima Cruz, de quem
perdi completamente o contato). Mas, era também época para os ritmos dançantes de
Frank Zappa, Creedence Clearwater, Capitain Beefheart, Neil Young, Elton John,
Brian Ferry e David Bowie. Anos do videoclipe e dos grandes shows de Pink Floyd,
Genesis, Queen e Yes, bem como dos shows-rituais de Alice Cooper. Haja coração!
A década de
80 é a da democratização ampla e irrestrita. Os mais variados estilos convivem
sob a batuta da MTV, que se dedica a divulgar mundialmente cantores e bandas.
No estilo pop e dançante, além das bandas new
wave, surgem com amplo sucesso Michael Jackson e Madonna.

Confesso
que a partir desse momento e dos anos 90, comecei a sentir-me um pouco velho para tantos estilos gerados pelo
rock’n roll. A beleza e a pujança desse gênero musical continuaram a rolar pelo
mundo afora. O rock britânico seguiu a produzir bandas como Oásis, Green Day e
Supergrass. O rap e o funk conseguiram agradar até mesmo algumas trupes de
roqueiros.
A história
do rock’n roll no terceiro milênio precisa ser registrada e analisada pelas
novas gerações. Passo essa tarefa aos meus filhos, Ramiro, que tem gosto mais
eclético, e Jordano, que é radicalmente metaleiro.
O rock’n
roll é muito forte para se abalar com uma sexta-feirazinha
13. Ademã que ele vai em frente!
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